No teu olhar não havia sinceridade, mas existia algo bom, algo que eu via, algo que eu sentia. O teu abraço não era exclusivo meu, mas eu sabia que nele era possível encontrava um pouco de preocupação. Aquela voz que mentia, também dizia o que sentia, escondido entre uma falsidade e outra.
Mas de repente, quem era aquela que hoje conheci? Me diz que não era você, me diz que nunca faria isso. Não, eu não pude te reconhecer.
Porque transformar tanto amor em repugnância por teus atos? Sou tão pouco para ti que não quer nem o meu desprezo? Tem que ter meu ódio também?
Não te pedi amor, não pedi o mundo e nem exclusividade, pois seria muito para alguém como você, o que eu queria era apenas consideração. Bem menos do que eu podia te dar, mas para mim, já era o suficiente.
Como pode me machucar, sendo que tudo o que eu sempre fiz foi me preocupar.
Eu fiz um desenho teu, era bonito. Acho que idealizei.
Pois bem, eu fui feliz sim, mas não foi graças a você. Fui eu quem fantasiou ao maximo suas mentiras, para tentar melhorar esse quadro mal pintado. Hoje eu vi quem é você: Alguém que mente, joga sujo, não se preocupa e finge ser o que não é o tempo todo. É, hoje eu vi todos os seus defeitos claramente, sem desculpas, sem explicações. Essa é você, não é mesmo?
Além de machucar, foi necessário esperar começar a cicatrizar para cortar novamente?
Não me obrigue a te ver, não me faca ouvir sua voz. Me desculpe por todo esse nojo de você...
“ ... que te amou demais e você machucou”
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